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As Casinhas da Vogais - Autora: Profa Alba Marília
QUEM MORA NA CASINHA DA VOGAL A?
ESTA CASA AMARELINHA!
A ABELHA!!!
O A ESTÁ NA ABELHA
NA ALINE E NO ADÃO
NO ABACAXI E NA AMORA
NO ABACATE E NO AVIÃO
QUEM MORA NA CASINHA DA VOGAL E?
ESTA CASA VERMELHINHA!
O ELEFANTE!!!
O E ESTÁ NO ELEFANTE
NA ESCOLA E NA ESTRELA
NO ESPELHO E NA ESCADA
NA ESCOVA E NA ESTRADA
QUEM MORA NA CASINHA DA VOGAL I?
ESTA CASA COR VERDE!
O ÍNDIO!!!
O I ESTÁ NO ÍNDIO
NA INARA E NA IVONE
NA ILHA E NA INJEÇÃO
NA IGREJA E NO IRMÃO
QUEM MORA NA CASINHA DA VOGAL O?
ESTA CASA AZUL!
A OVELHA!!!
O O ESTÁ NA OVELHA
NO OLHO E NA ORELHA
NO ÓCULOS E NO OLAVO
NO OVO E NO OTÁVIO
QUEM MORA NA CASINHA NA VOGAL U?
ESTA CASA COR LARANJA
O URSO!!!
O U ESTÁ NO URSO
NA UVA E NA UNHA
NA USINA E NO URUBU
NO UMBIGO E NO UIRAPURU
Música: Lendas do Folclore - Compositora: Cida Barros
De geração em geração
São escutadas com atenção
Histórias bem curiosas
Umas bem misteriosas
São as lendas do Folclore
Da cultura popular
De geração em geração
São contadas com emoção
O Saci Pererê é sapeca que só
Usa gorro e prega peças
Pula de uma perna só
Não é de muita conversa
Curupira forte e ágil
Com seus cabelos vermelhos
Anda com os pés pra trás
Pra enganar os forasteiros
Tem a Iara que legal
Com os seus longos cabelos
A voz hipnotizante
Atrai pescadores, marinheiros
Boi bumbá ganhou uma festa
Após ter sido curado
Pois cortaram sua língua
Triste sina do coitado
E o boto bem maroto
Num rapaz se transformava
Sempre que aparecia
Uma moça ela encantava
Cabeça de jacaré
Uma voz bem irritante
A Cuca é assustadora
Uma lenda fascinante
Por um padre se apaixonou
Pobre moça desavisada
Mula sem Cabeça, ela virou
Todos fogem da coitada
Protege a mata dos incêndios
Boitatá, cobra brilhante
Muitos olhos ela tem
Que bichinho fascinante
Se encontrar o lobisomem
Metade logo, metade homem
Na noite de lua cheia
Se esconda que logo vai passar (2x)
De geração em geração...
História - Cinco Patinhos no Rio - Autora: Profa Alba Marília
CINCO PATINHOS NO RIO
AUTORA: PROFA. ALBA MARÍLIA
ERA UMA VEZ
CINCO PATINHOS QUE SAÍRAM A PASSEAR
PERTO DAS MONTANHAS
EM UM RIOZINHO QUE HAVIA POR LÁ
UM PATINHO, FICOU PELO CAMINHO
MUITO ADMIRADO
COM O CANTO DE UM PASSARINHO
OUTRO PATINHO VOLTOU PARA CHAMAR O IRMÃO
POIS NAQUELE RIO
MORA UM JACARÉZÃO
AGORA, TRÊS PATINHOS NADAM NO RIOZINHO
NEM PERCEBERAM QUE SEUS IRMÃOS
FICARAM PELO CAMINHO
MAS UM PATINHO QUE ERA MUITO ESPERTO, PERCEBEU
E VOLTOU PELO CAMINHO
PARA SABER O QUE ACONTECEU
DOIS PATINHOS CONTINUAM A NADAR
NO RIO DE ÁGUAS CLARAS
VENDO O SOL A BRILHAR
UM PATINHO PAROU E COMEÇOU A CHORAR
PERCEBEU QUE SEUS IRMÃOS
JÁ NÃO ESTAVAM MAIS POR LÁ
UM PATINHO AGORA SOZINHO, NO RIO FICOU
COITADINHO, MUITO AFLITO
PELA MAMÃE CHORAMINGOU
QUÁ, QUÁ, QUÁ MAMÃE VEM ME BUSCAR!!!
EM POUCO TEMPO A MAMÃE APARECEU
PROCURANDO SEUS PATINHOS
PARA SABER
O QUE ACONTECEU
QUÁ, QUÁ, QUÁ, VOLTEM MEUS FILHINHOS
A MAMÃE JÁ ESTÁ AQUI
VOLTEM LOGO MEUS PATINHOS
SAIAM JÁ DAÍ
OS CINCO ESCUTANDO A MAMÃE CHAMAR
LOGO VOLTARAM E JUNTINHOS
COMEÇARAM A NADAR
SEGUINDO A MAMÃE AGORA
PARA CASA IRÃO VOLTAR
Poema Pequeno Estudante - Autora: Profa. Alba Marília
Poema Pequeno Estudante
Autora: Professora Alba Marília
A linda amizade de Lica e o Pardal
LIVRO EM PDF
TEXTO
A LINDA AMIZADE DE LICA E O PARDAL.
AUTOR: JUCIELDO DIOGO
ILUSTRADOR: FELIPE DIAZ.
Em um belo dia, a boneca Lica se banhava cheia de alegria, em um lago próximo da estrada onde sempre caminhava. E como sempre acontecia lá aparecia o pardal Lalau, que dela sempre zombava.
Tri, tri, tri, trão, trão, trão
Lica é esquisita e não tem coração.
Tri, tri,tri, trá,trá,trá,
Lica é de pano e não pode amar.
Lica, tristonha, começava a chorar e em grande solidão pôs-se a lamentar:
Em que dia e hora, essa zombaria vai embora?Queria tanto que fosse agora!
Voltando pela estrada encontrou dona onça pintada, no meio de um carnaubal, que lhe deu uma idéia nada legal.
__Pegarás uma pedra, jogarás no zombador, deixando ele ferido e sentindo muita dor. Depois daí tudo irá mudar, ganharás um coração, bem contente para amar!
Ao chegar, em casa, o pardal já estava lá, disposto e esperando para a zombaria recomeçar.
Tri, tri, tri, trão, trão, trão
Lica é esquisita e não tem coração.
Tri, tri,tri, trá,trá,trá,
Lica é de pano e não pode amar.
Foi quando a boneca uma pedra ali pegou, e numa jogada certeira, o pardal machucou, deixando-o ferido e gemendo de muita dor.
A promessa da tal onça não aconteceu. A boneca, então, percebeu que fizera tudo em vão. Foi apenas enganada, pela danada onça má, que com sua mentira, fez Lica ali chorar.
Comovida com aquilo que fizera com o pobre pardal, decidiu levá-lo para casa e consertar aquele mal. Deu carinho, remédio e atenção.
Tornaram-se amigos e trocaram gratidão. Foi aí que, de repente, algo aconteceu, no seu peito direito um coração ali bateu. E felizes da vida uma amizade ali nasceu.
O pardal Lalau aprendeu que não deve das pessoas zombar e sempre que possível atos feios evitar. Com carinho, desculpas e união, Lica pode perceber que a vingança não é boa não. E que a partir de seu perdão, ganhou seu coração.
E todos os dias, bem cedinho, pela estrada iam os dois a cantar, vendo o sol devagarzinho, nas montanhas despontar. Caminhavam sem parar, indo pela floresta, muito alegres e contentes, como quem vai a uma festa.
Dali floresceu a amizade da boneca e seu novo amigo pardal, que agora só ia cantar para as pessoas alegrar. Ele aprendeu que respeito é importante, para ter vida boa, daquele dia em diante.
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